22.7.08

Capital Intangível

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho anunciou nesta semana uma nova metodologia de análise de rating - risco - de empresas e projetos utilizando (finalmente) a avaliação do Capital Intangível das Empresas e da inovação por trás dos seus projetos. Até ontem, uma empresa como o Google, sem estoque de produtos e sem imóveis de tijolo para garantia, podia ter a mesma avaliação de risco de um escritório de contabilidade.

Marcadores: ,

Creativity = Deadline

Acho que criatividade é o resultado da inteligência aplicada sobre informações objetivas, muita pesquisa, da história pessoal e um bom brainstorm com a equipe e todos os que puderem se envolver. Para gerar novas idéias podemos partir das necessidades, desejos ou algo que nem mesmo sabiamos possível, temos que gostar de observar pessoas e a nós mesmos, é obrigatório acompanhar as tendências da arte e da tecnologia em nossas vidas. Depois disto só precisamos ter uma data de entrega bem apertada!

Luiz Pryzant

Marcadores: , , ,

15.7.08

O que dizem e o que digo

"What customers say about a brand is more important than what the brand says about itself"

"O que um cliente fala sobre uma Marca é mais importante do que a Marca fala sobre sí mesma."

Marcadores: ,

4 métricas

4 metrics -- brand awareness, consumer opinion, purchase intent and actual sales

4 metricas -- Reconhecimento da Marca, opinião do consumidor, intenção de compra e vendas efetivas

Marcadores: , ,

30.6.08

Good selling

"Let us prove to the world that good taste, good art, and good writing can be good selling."

"All of us who professionally use the mass media are the shapers of society. We can vulgarize that society. We can brutalize it. Or we can help lift it onto a higher level."

"Nobody counts the number of ads you run, they just remember the impression you make."

Mr William (Bill) Bernbach the "B" from DDB

Marcadores: , ,

19.12.07

Ambição e castigo

As operadoras de TV à cabo, desde que chegaram ao país, deixaram claro seu objetivo de explorar os assinantes. Por incompetência para coibir a pirataria, cobram preços extorsivos daqueles dispostos a contratá-los. A direção destas empresas não consegue esconder seu despreparo para trabalhar na área de Comunicações, fornecem pacotes mal dimensionados com canais que ninguém quer assistir. Na falta de interesse dos anunciantes criam peças irritantes com locutores estrangeiros tentando falar português ou locutores locais tentando pronunciar o nome original dos programas, exageram nos comerciais muitas vezes mais que as TVs abertas! Estavam acomodados neste relacionamento ganha x perde até que algum abençoado político nacionalista resolveu propor um projeto de "abrasileiramento" da programação. Um projeto que certamente teria ficado no fundo das gavetas caso estas operadoras tivessem um histórico de respeito aos seus clientes.
Agora eles precisam da ajuda destes telespectadores/cidadãos.
Assistimos nos intervalos da programação (paga pelo assinante) um homem de voz embargada que clama pela ajuda dos assinantes para proteger os interesses destas empresas, pede para esta legião de fregueses abusados que venham em defesa da sua liberdade de continuar abusando dos trouxas.
Bem feito! é bom ver alguma perturbação para estes senhores responsáveis por transformar o pouco tempo que temos de lazer em um inferno. Eskavurska pra vcs também!

22.11.07

Trabalho inacabado

São 12 violinos tocando exatamente as mesmas notas, daria para cortar pela metade evitando todo este re-trabalho, os oboés ficam desocupados 90% do tempo, a gente pode dispensá-los deixando o pessoal dos metais se virar para cobrir esta parte, as trompas repetem o mesmo trecho já tratado pelas cordas, é uma redundância que custa muito caro, se o Sr Schubert tivesse contratado uma consultoria, orquestras do mundo inteiro podiam economizar fortunas com músicos e é bem provável que sua famosa Sinfonia Inacabada tivesse sido entregue no prazo.

Escrito a partir de um "Rir é o melhor remédio" das Seleções Readers Digest

Marcadores:

13.11.07

Revista Lounge 5 anos



Muito legal participar do conselho editorial da Lounge, a revista ficou bacana e com muita atitude! Nesta edição especial de 5 anos destaco as reportagens sobre a vida no Japão e a entrevista da Soninha Francine. Agradeço o convite gentil do Publisher Luis Maida e a indicação do amigo Claudio Vaz
Luiz Pryzant

Marcadores: , ,

15.10.07

Mercadoria boa se vende sozinha

Proba merx facile emptores reperit. - Latim
Good ware makes quick market. - English
La bonne marchandise se recommande elle-même. - Française
El buen paño en el arca se vende - Español
La buna mercanzia si loda de se stessa. - Italiano
Kvalito bona ne bezonas admonon. - Esperanto

2.10.07

Usabilidade on line

Quando pensar no seu website, coloque-se no lugar do seu cliente, saiba que eles são muito diferentes de você. Mike Kuniavsky, um especialista em interfaces falou: "Seus clientes não são você, eles não se parecem com você, eles não pensam como você, eles não fazem as coisas que você faz, eles não têm suas expectativas ou convicções. Se eles tivessem, não seriam seus clientes, seriam seus concorrentes!"

"Your customers are not you. They don?t look like you, they don?t think like you, they don?t do the things that you do, they don?t have your expectations or assumptions. If they did, they wouldn?t be your customers; they?d be your competitors."
Mike Kuniavsky http://thingm.com

Cidade Limpa

Penso que nunca verei
Um outdoor belo como uma árvore.
Talvez, a menos que os outdoors caiam,
Eu jamais verei árvore alguma.

I think that I shall never see
A billboard lovely as a tree.
Perhaps, unless the billboards fall,
I`ll never see a tree at all.

Ogden Nash, Song of the Open Road, 1933.
Parodia do poema de 1914 Trees de Joyce Kilmer .
I think that I shall never see
A poem lovely as a tree.
(...)

Marcas de Valor

Marcas genuinamente brasileiras com pelo menos 50 anos de história e que fazem sucesso ainda hoje.
Manteiga Aviação, Malhas Hering, Catupiry, Geléia de mocotó Colombo, Charutos Dannemann, Gessy, Polvilho Granado, Leite de Rosas, Leite Moça, Maizena, Malzbier, Minâncora, Phebo, Regulador Xavier, Fermento Royal, Emulsão Scott, Sal de frutas Eno, Máquinas de costura Singer, Pastilhas Valda, Aguardente Ypióca.

Destaque do livro "Marcas de valor no mercado brasileiro" de Anna Accioly et al. Publicado por Editora Senac Rio. 23x30cm. 144p

10.8.07

Joey Reiman, CEO da Brighthouse

1."Se vc pode mudar sua própria cabeça, pode mudar o mundo!"
2."Antes de ser criativo vc precisa ser corajoso...criatividade é o destino, mas coragem é a jornada"
3." Uma maneira de se chegar a uma grande idéia é ser mais lento que todos os outros"

Agora ficou claro?

As 10 novas regras do Branding de Simon Williams
1) Marcas que influenciam a cultura vendem mais.
2) Uma Marca sem opinião não tem função.
3) Os consumidores de hoje estão liderando, esta é a geração mais inteligente que jamais andou pelo Planeta.
4) Customize aonde e quando vc puder, os consumidores querem coisas exclusivas e não fabricadas em série.
5) Esqueça a negociação, me dê experiência! resumindo encante-os todo dia e de toda forma.
6) Forneça clareza no ponto de venda, seja obsessivo pela apresentação.
7) Vc é tão bom quanto seu elo mais fraco, onde vc é mais vulnerável????
8) Contribuição social deixou de ser optativa, qual a sua causa? qual a sua contribuição? Consumidores esperam que as corporações participem das soluções realmente.
9) Paixão faz toda a diferença, vc já checou seus batimentos cardíacos recentemente?
10) Inovação é a nova moda nas salas de reuniões.

Tradução livre das "10 novas regras do Branding" por Simon Williams, Diretor da Sterling Group, consultoria de Branding de NY Destaque da Linda Fernanda Romano, agora em NY, para o Blue Bus

9.8.07

TV por assinatura

TV à CABO I
A maioria dos canais pagos no Brasil nunca soube se comunicar com seu público, fica claro que quem aprova as chamadas não conhece os programas, recortam cenas que não tem nada a ver, o resultado é triste, quemjá viu a "campanha" Machos de Respeito da Sony sabe que é ruim d+.
TV à CABO II
Surrealismo é vender para quem já comprou! interrompem um seriado para exibir uma chamada da própria série ou interrompem a programação do canal para propaganda do próprio canal!...olha só, eu estava gostando de assistir quando vc veio atrapalhar pedindo para eu assistir!
TV à CABO III
Os canais abertos pegaram o vírus Polishop, vendem máquinas para fazer suco mandioca em pequenas parcelas.
O + legal é o aviso que suco de mandioca é tóxico e não se deve tentar fazer em casa!

7.8.07

Por onde anda? Biscoutos Jacareí


Uma lata enferrujada dos famosos Biscoutos está a venda por R$ 180,00 no Mercado Livre.
A Marca hoje é de propriedade da empresa RecasVale mas parece que a famosa lata azul saiu de linha, aqui uma foto para os saudosistas.
Os Biscoutos de Jacareí, criados em 1899, chegaram a empregar 100 funcionários que produziam 35 toneladas de biscoito/mês no Jardim Didinha em Jacareí.

10.7.07

Roupas Online

Pesquisa da The State of Retailing Online 2007 e Forrester Research indica que a venda de roupas pela internet superou a categoria informatica (hardware e software) e assumiu a liderança do ranking do varejo online. Em 2006, os americanos gastaram U$ 18,3 bilhoes comprando roupas, acessórios e calçados pela internet. BlueBus

Notícia Relevante

A Nielsen deixa de informar rankings de sites com base em page views e passa reportar o tempo total que os usuarios permanecem nos sites. A mudança é necessaria em funçao de novos hábitos dos usuarios. Segundo a Nielsen, o tempo passado nos sites é a melhor medida para refletir o nivel de envolvimento do usuario. Noticia da AP publicada no BlueBus

2.7.07

No mínimo estamos mais pobres

A Internet em lingua portuguesa ficou mais pobre no dia 29/06/2007 com o encerramento das postagens do NoMínimo.
NoMínimo deixa órfãos cerca de 150 mil assinantes e mais de 3 milhões de visitantes/mês nos últimos 5 anos. É o triste fim de um espaço livre, democrático e criativo de bom jornalismo.

28.5.07

Burocracia II

Burocratas são o mal que pensam de nós.

Burocracia I

A burocracia mata idéias em ordem alfabética.

19.4.07

Código de Conduta do Blogueiro

Destaque e tradução de Pedro Dória

Código de Conduta do Blogueiro

Celebramos a blogosfera porque ela promove uma conversa aberta e franca. Mas franqueza não quer dizer perda de civilidade. Apresentamos este Código de Conduta do Blogueiro na esperança de que ele ajudará na criação de uma cultura que encoraje tanto a expressão de idéias pessoais quanto a conversa construtiva.

1. Nos responsabilizamos por nossas palavras e reservamos o direito de restringir comentários em nossos blogs que não conformem padrões básicos de civilidade.

Nos esforçamos para publicar conteúdo de qualidade e apagaremos os comentários inaceitáveis.
Sendo comentário inaceitável aquilo que inclui ou tem um link para:

* Abuso, perseguição e ameaça a outros.
* Pode ser motivo de processo ou é reconhecidamente falso.
* Quebra copyright, trademark, segredo ou patente. (Se você cita o conteúdo de alguém, é sua obrigação atribuir ao autor.)
* Viola uma obrigação de confidencialidade.
* Viola a privacidade de outros.

2. Não diremos, online, nada que não diríamos pessoalmente.

A não ser que estejamos tentando proteger uma fonte que pediu segredo, caso em que omitiremos certos detalhes pessoas ou ofuscaremos a origem da informação.

3. Se a tensão aumentar, entraremos em contato particular antes de responder publicamente.

4. Quando consideramos que alguém está atacando outro injustamente, agiremos.

5. Não permitimos comentários com pseudônimos.

6. Ignoramos trolls ? agressores gratuitos.

?Aprendi há muito tempo que contra um porco não se luta; você se suja e o porco gosta? George Bernard Shaw

7. Encorajamos os serviços de hosting de blogs a garantir a obediência destes termos.

12.4.07

Mais Frases

Em um mundo de forte concorrência, a marca é o principal meio de comunicação, o verdadeiro capital de uma empresa. Uma vez que os produtos se parecem, somente a marca cria a diferença.

Style Marke, designer

Um produto feio e mal projetado custa o mesmo que um projeto atraente e funcional.

José Mindlin, empresário brasileiro

Quinze anos atrás, as empresas competiam em preço. Hoje em qualidade. Amanhã será no design.
Robert Hayes, professor, Harvard Business School

Na Sony, supomos que todos os produtos de nossos concorrentes terão basicamente a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado.
Norio Ohga, presidente e CEO, Sony

12.2.07

Povo da Terra...Your base belongs to us...

Falando em WEB 2.0, veja o que o pessoal falava em 1999...
THE CLUETRAIN MANIFESTO
Uma poderosa conversação global começou. Através da Internet, pessoas estão descobrindo e inventando novas maneiras de compartilhar rapidamente conhecimento relevante. Como resultado direto, mercados estão ficando mais espertos que a maioria das empresas.
Mercados são conversações. Seus membros se comunicam em uma linguagem natural, aberta, honesta, direta, engraçada e muitas vezes chocante. Quer seja explicando ou reclamando, brincando ou séria, a voz humana é genuína. Ela não pode ser falsificada.
As empresas, por outro lado, apenas sabem falar na linguagem calma, sem-humor e monótona da missão corporativa, prospectos de marketing, e o sinal de ocupado sua-ligação-é-importante-para-nós. O mesmo antigo tom, as mesmas antigas mentiras. Não é de se espantar que mercados conectados não têm respeito por empresas que não querem falar como eles.
Mas aprender a falar em uma voz humana não é nenhum truque, e as corporações não irão nos convencer que são humanas com coisas do tipo "ouvindo os clientes." Elas irão parecer humanas apenas quando empregarem seres humanos reais para falar por elas.
Enquanto muitas destas pessoas já trabalham para empresas hoje, a maioria das empresas ignoram suas habilidades de entregar conhecimento genuíno, ao invés disto optam por empurrar conversas que insultam a inteligência de mercados literalmente muito inteligentes para comprar isto.
De qualquer modo, funcionários estão hyperlinkando-se assim como os mercados. Empresas precisam ouvir cuidadosamente a ambos. Elas precisam cair fora do caminho, assim funcionários intraconectados podem conversar diretamente com mercados interconectados.
Firewalls corporativos mantiveram funcionários inteligentes dentro e mercados inteligentes fora. Isto está causando um problema real para derrubar estas paredes. Mas o resultadoserá um novo tipo de conversação.
E esta será a mais excitante conversação que as empresas jamais conheceram.
95 Teses
1. Mercados são conversações.
2. Mercados consistem em seres humanos, não setores demo- gráficos.
3. Conversações entre seres humanos parecem humanas. Elas são conduzidas em uma voz humana.
Leia as outras 92 teses aqui.
Copyright © 1999 Levine, Locke, Searls & Weinberger.ringleaders@cluetrain.comTodos os direitos reservados.
Tradução: Felipe Albertão
Entretanto, direitos mundiais concedidos para uso não-comercialna condição de que esta página permaneça intacta.Rasgue-a, roube-a, web-a, envie-a, afixe-a.Esta mensagem quer se MOVER! Lembrança da Deborah Serra direto da Universitat Autònoma de Barcelona

16.1.07

Banco do Pedro, Banco da Flávia...

Sindicatos e funcionários do Banco do Brasil estão contra a nova campanha publicitária que coloca os nomes das pessoas na fachada do Banco, entre outros motivos, estão preocupados com a "Marca" BB veja a notícia.
Clientes buscam um Banco que realmente esteja a seu serviço e sairíam correndo para uma instituição que não cobrasse serviços caríssimos e juros imorais.
Mas nenhum banco, privado ou público, quer atender clientes como se eles fossem os donos, eles automatizaram suas operações e ainda cobram taxas como se cada DOCs fosse mandado por telégrafo!
É sempre bom lembrar que servidores consomem a mesma eletricidade e a banda de comunicação não custa mais para enviar 8 ou 80 milhões de transações!

15.1.07

Idéias simples, boas e baratas

A rede britânica de supermercados Tesco, criou novas regras para avaliar as inovações que são submetidas pelo seu pessoal, as novas idéias devem ser ao mesmo tempo melhores para o consumidor, mais baratas para a Tesco e mais simples para os funcionários. Se não cumprirem estes requisitos, as inovaçoes não são implementadas.
Citado por Luiz Alberto Marinho no Blue Bus a respeito da palestra de Michael Schrape, pesquisador do MIT, na 96a Convençao da NRF.
Link aqui

30.11.06

Disque P para paciência

Muitas organizações gostam de pensar que aquele atendimento automático é uma solução de comunicação, algumas ainda colocam aquela gravação falando maravilhas sobre sua qualidade, enquanto te deixam esperando, e pior, pagando para ouvir estas asneiras!
O que se percebe é que o atendimento automático é apenas mais um labirinto tecnológico que tenta esconder a nossa incapacidade de atender as pessoas de forma educada e eficiente.

Quem gostaria? poderia adiantar o assunto?

Telefonistas formam uma confraria infernal com sua linguagem e aquele prazer sádico de informar que o ramal está ocupado.

Elas não chegam a se reunir para combinar novas torturas, mas possuem uma agilidade impressionante para absorver modismos e vícios de linguagem que se espalham por todo o sistema de telefonia.

À primeira vista, a intenção destas profissionais é a melhor possível, mas sua formação vem da imitação das outras operadores de PABX.

O problema está na própria cultura das empresas, enquanto o pessoal de vendas participa de reuniões para melhorar o atendimento ao cliente, a telefonista informa ao cliente que o vendedor não pode atender pois está em reunião!

As organizações podem começar a mudar este quadro informando às telefonistas que seu papel vai além de atender ao telefone, sua função é mais nobre, é ser uma ponte de comunicação entre pessoas, a finalidade do seu trabalho é facilitar o fluxo de informação com velocidade e correção.

As telefonistas podem se orgulhar ao descobrir que sua voz é a identidade verbal da empresa do outro lado da linha, todas as suas falas representam a organização para seus clientes, fornecedores e em muitos casos para a imprensa.

7.8.06

Peter Mayle sobre o Connaught Hotel - Londres

"...Deixando de lado a excelente cozinha e o conforto do hotel, a grande atração do Connaught, aquilo que o diferencia de outros hotéis caros, é a atmosfera criada pelas pessoas que trabalham lá. Todas, sem exceção, foram educadas, encantadoras e extremamente competentes. Encontrar pessoas assim, treiná-las e mantê-las custa muito mais do que qualquer luxo mais superficial. Nem todos os saguões de mármores do mundo podem competir com seres humanos amáveis, ansiosos em agradá-lo. É para isto que você paga, e vale cada centavo. Isto costumava ser chamado serviço..."
Peter Mayle in Acquired Tastes or Expensive Habits copyright GQ

9.6.06

O velho marketing morreu, viva o novo Marketing

Porque determinadas personalidades são reconhecidas globalmente? porque certas marcas são reverenciadas por legiões de fiéis? como um país se torna famoso pela sua cultura culinária ou pelos seus vinhos?
O que faz uma marca ser a preferida em meio à uma constelação de empresas que buscam um espaço nas mentes e nos corações das pessoas?
Branding é uma disciplina nova, mas o Branding não é um modismo, a Gestão das Marcas tem sido praticada desde sempre.
A organização desta disciplina fora e até em oposição à Propaganda e ao Marketing como se pratica é de fato muito nova e, talvez por isto, ainda pouco entendida.
Uma Marca precisa de tempo para amadurecer, adquire valor e conquista seu espaço pelos seus benefícios verdadeiros, pelo seu posicionamento consistente e por cumprir as promessas que divulgou.
O oposto disto é o imediatismo, a propaganda que trabalha só a divulgação de produtos pode até vender uma primeira vez, mas sem qualidade o cliente não volta, não se cria um giro constante do ciclo produtivo para o consumidor final.
Uma empresa que tem produtos ou serviços que se destacam em seu ramo, sabe as vantagens competitivas de ser lembrada pelos clientes, mas conquistar este lugar exige muito mais esforço em ?ser? do que em ?parecer?